Archive for julho 2013
Estado Laico?
By : Unknown
Estado Laico?
O bom velhinho veio até nós com muita alegria e disposição.Mas
se engana quem pensa que essas características são dadas somente ao “Papai Noel”
,muitos também relacionam o nome Francisco a essas características.
Pois é,o papa veio até o Brasil cumprir a sua agenda na Jornada
Mundial da Juventude (JMJ) ocorrida no Rio de Janeiro na semana que se passou. Mas
não foi somente o papa que passou,foram milhares de pessoas, que deixaram o seu
dinheiro na cidade maravilhosa.A questão que fica é a seguinte: Se o Brasil é
um estado laico,porque uma festa religiosa recebe cerca de R$120 milhões de
investimento do governo?
A visita do papa Francisco ao Brasil custou cerca de R$62
milhões só para o governo federal, sendo R$30 milhões com ações de segurança
para o papa . Mas enganasse quem pensa que esta é a primeira vez que a laicidade
do estado brasileiro é contestada, isso já ocorreu em outras situações,como nas
diversas vezes que a frase “Deus seja louvado” foi contestada de estar presente
nas notas de Real e também na presença de crucifixos em prédios públicos e em
tribunais. Outra contestação muito feita por Ateus e Agnósticos são os feriados
religiosos brasileiros como o Natal e a Páscoa.
E de fato é algo fora das normas , se partimos do princípios
básico de que o estado é laico e portanto não possui preferência religiosa
dominante, e não deve haver influência em leis,julgamentos e muito menos na
administração do estado. A manifestação religiosa é livre e sem proibições, se
feitas dentro do que é permitido na constituição brasileira, portanto fica a
regra básica: Religião não interfere na política e a política no interfere na
religião.
E é pertinente ressaltar que este artigo não diz respeito
somente a religião Católica , diz respeito a todas as religiões que tentem
impor suas crenças de forma política. Reze, tenha sua fé, acredite no que
quiser , mas não imponha isso como uma verdade absoluta.
Caetano branco.
Dez Lugares para Ver Estrelas
By : Drika
Quem nunca viveu aquela vibe romântica de dar uma olhadinha para o céu numa noite bonita e admirar as estrelas e a lua, que atire o primeiro meteorito! É um hábito de muitos, se não paramos para observar, pelo menos prestamos um pouquinho de atenção no brilho das estrelas ou no formato da lua.
Aproveitando esse papo de observar estrelas, o site G1 fez uma lista dos dez lugares ideais para se ver as estrelas. São as dez cidades do Brasil que, segundo o site, proporcionam aos amantes do luar uma visão ótima do céu, combinando os níveis entre clima e poluição na atmosfera.
A matéria completa do site ainda cita que nos meses de outubro e novembro, Vênus e Júpiter estiveram visíveis a olho nu, bastava apenas olhar para o alto e observar.
Seguem as cidades:
Novo Hamburgo - Rio Grande do Sul
Paranaguá - Paraná
Atibaia - São Paulo
Nova Friburgo - Rio de Janeiro
Itabira - Minas Gerais
Anápolis - Goiás
Pé de Serra - Bahia
Itacuruba - Pernambuco
Arcoverde - Pernambuco
Sossêgo - Paraíba
Se você não é morador de nenhuma dessas cidades citadas acima, seguem algumas dicas de como ter uma boa visão das estrelas:
- Procurar ambientes com pouca luz artificial. Fugir da luminosidade nos permite enxergar até quatro vezes mais objetos no céu;
- Cidades no interior dos estados podem ser consideradas bons pontos de observação amadora, desde que afastadas mais de 50 km dos grandes centros;
- Os pontos ideais para a observação amadora são altos, frescos e com pouca possibilidade de chuva;
- Se possível, leve ao menos um binóculo, que aumenta a capacidade de visualização;
- Evite áreas litorâneas, próximas a praias, lagoas e rios, por causa da nebulosidade causada pela evaporação;
- O inverno é a melhor estação para se observar o céu já que, com o frio, todo o gás que dificulta a visualização tende a descer e tornar o céu mais “limpo”.
Agora não tem desculpa! Na próxima noite sem nuvens, tire um tempinho só para você e vá olhar as estrelas. E envie uma foto pra gente ;)
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natureza,
Neymar, o eterno número 11
By : Igor Vasc
Com apoio de Fábio Lopes.
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O craque foi finalmente vendido, o valor foi revelado, ele já fez os testes físicos e já foi apresentado aos fãs do Barcelona. E a última grande dúvida que restava - o número de sua camisa - foi resolvida hoje mesmo. Mas será que, no time do Messi, a 11 é a camisa ideal para Neymar?
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O craque foi finalmente vendido, o valor foi revelado, ele já fez os testes físicos e já foi apresentado aos fãs do Barcelona. E a última grande dúvida que restava - o número de sua camisa - foi resolvida hoje mesmo. Mas será que, no time do Messi, a 11 é a camisa ideal para Neymar?
As vendas de David Villa ao Atlético de Madrid e de Thiago Alcântara ao Bayern de Munique deram início a mais uma novela na carreira meteórica do novo jogador blaugraná: usaria a 7 ou a 11? Se comercialmente a escolha do número não faria a menor diferença - já que a vendas vão disparar anyway - taticamente ela será decisiva. Espera-se um novo Messi ou o próximo Messi?
O fato é que, sem grandes novidades, a camisa 11 foi a escolhida. Ela é a marca do atacante veloz e driblador que avança com facilidade pelas laterais para dar boas assistências ou finalizar jogadas. Normalmente o 11 está associado a dois papéis muito importantes dentro de campo: tanto o clássico "ponta", espécie de lateral avançado; quanto o matador, o homem-gol centralizado que atua como segundo "camisa 10".
O tiro não poderia ter sido mais certo para o ex-menino com futebol de gente grande. Como número 11 - e um dos mais caros do planeta nesse momento - a expectativa é de que ele mantenha o que vem fazendo em campo: avanços inevitáveis pelas laterais, assistências precisas e claro, gols, muito gols na Espanha. Que ele siga os passos de outros craques do passado recente:
Diário League of Legends: minhas impressões sobre o Wukong
By : Igor VascMeu segundo dia como jogador de LOL trouxe novos aprendizados, novas manhas e um novo campeão. E o melhor de tudo, das duas partidas que joguei, duas vitórias... agora dei uma puta animada com esse game!
Não sei se foi só a mudança de campeão, mas minhas escolhas "LOListas"deram MUITO certo. Na jogatina desse fim de semana resolvi deixar o Teemo um pouco de lado e optei por um campeão menos "suporte" e mais "atacante", mais agressivo mesmo. Foi aí que descobri o Wukong.
Tudo bem que ele é considerado "stealth" por muita gente - talvez por conta da possibilidade de atacar e usar o "Decoy" pra evitar golpes adversários, numa dinâmica de fuga pra lá de eficaz na maioria dos casos. Mas o que realmente me chamou atenção foi a intensidade desse campeão, que é ao mesmo tempo forte como um touro mas também frágil se as investidas forem feitas "na tora", sem esquivas nem cautela.
Até por isso, meu grande desafio nessas duas "Wukongadas" foi encontrar o equilíbrio exato entre partir pra cima ou se poupar para não morrer com tanta frequência. Achei completamente tentador encontrar os "crips" e já chegar "quebrando tudo", com uma combinação fulminante e quase sempre decisiva das skills "E" e Q". Mas isso quando os campeões do inimigo não estavam por perto...
No geral, notei que o Wukong tem uma puta força tanto para "virar o jogo" em alguma lane quando a coisa tiver feia pro seu time, quanto como campeão de "suporte" em outras lanes. De qualquer forma, me passou a sensação de que "rendeu mais" quando tava acompanhado de outros campeões do que sozinho.
A real é que o saldo do fim de semana foi extremamente positivo: tive duas ótimas partidas comandando o Wukong. Se a primeira durou menos de 20 minutos, a segunda passou fácil dos 45 e foi bem mais equilibrada. Mas em nenhuma delas fiquei na mão quanto ao champion, pelo contrário: em termos de compras e equipamentos, alguns itens defensivos e o brutalizer foram mais que suficientes para que eu durasse mais tempo nas batalhas.
Recomendo o Wukong e, claro, League of Legends!
Não sei se foi só a mudança de campeão, mas minhas escolhas "LOListas"deram MUITO certo. Na jogatina desse fim de semana resolvi deixar o Teemo um pouco de lado e optei por um campeão menos "suporte" e mais "atacante", mais agressivo mesmo. Foi aí que descobri o Wukong.
Tudo bem que ele é considerado "stealth" por muita gente - talvez por conta da possibilidade de atacar e usar o "Decoy" pra evitar golpes adversários, numa dinâmica de fuga pra lá de eficaz na maioria dos casos. Mas o que realmente me chamou atenção foi a intensidade desse campeão, que é ao mesmo tempo forte como um touro mas também frágil se as investidas forem feitas "na tora", sem esquivas nem cautela.
Até por isso, meu grande desafio nessas duas "Wukongadas" foi encontrar o equilíbrio exato entre partir pra cima ou se poupar para não morrer com tanta frequência. Achei completamente tentador encontrar os "crips" e já chegar "quebrando tudo", com uma combinação fulminante e quase sempre decisiva das skills "E" e Q". Mas isso quando os campeões do inimigo não estavam por perto...
No geral, notei que o Wukong tem uma puta força tanto para "virar o jogo" em alguma lane quando a coisa tiver feia pro seu time, quanto como campeão de "suporte" em outras lanes. De qualquer forma, me passou a sensação de que "rendeu mais" quando tava acompanhado de outros campeões do que sozinho.
A real é que o saldo do fim de semana foi extremamente positivo: tive duas ótimas partidas comandando o Wukong. Se a primeira durou menos de 20 minutos, a segunda passou fácil dos 45 e foi bem mais equilibrada. Mas em nenhuma delas fiquei na mão quanto ao champion, pelo contrário: em termos de compras e equipamentos, alguns itens defensivos e o brutalizer foram mais que suficientes para que eu durasse mais tempo nas batalhas.
Recomendo o Wukong e, claro, League of Legends!
O Hobbit: uma jornada mais que esperada!
By : Igor Vasc
Para muitos, o anúncio da adaptação d’O Hobbit para as telas de cinema soou como uma excitante oportunidade de revisitar a Terra Média, seus heróis fantásticos e suas aventuras bem entrelaçadas. A verdade é que, em suas mais de duas horas de duração, o filme tem suscitado diferentes reações e está longe de ser uma unanimidade entre os fãs e crítica especializada.
Após um epílogo muito bem feito e conciso que contextualiza e introduz a estória com competência, os atos do filme dividem os espectadores: se por um lado agradam aos fãs mais conservadores de Tolkien por sua fidelidade ao texto original, por outro demandam uma paciência élfica dos cinéfilos menos iniciados no universo do escritor.
De ambos os lados, as críticas mais comuns ao trabalho de Peter Jackson têm sido a ausência de intensidade no desenvolvimento do roteiro (que não imprime o menor senso de urgência), a aparente falta de realismo nos enfrentamentos (com montagens ligeiras, sem peso dramático) e a falta de concisão em algumas cenas, que brindam os olhos em detrimento da boa narrativa.
Nem tudo é problema nesta produção que consumiu 14 meses e mais de 1 bilhão de reais. Os elogios sobram no que tange à interação entre as personagens, ao tom bem-humorado do filme e ao revestimento estético. Mas vamos por partes.
O valente e corajoso Bilbo, que definitivamente não é Frodo, até conduz a aventura com algum carisma - seus momentos de dúvida são leves e suas crises menos existenciais.
Ao lado do eternamente sábio Gandalf e do sereno e determinado Thorin Escudo de Carvalho, o hobbit interage de forma interessante com os outros doze anões que, infantis, mal-humorados e comilões, se esforçam mas não conseguem nos trazer risadas sinceras. Nosso pequeno grande protagonista dialoga ainda com o complexo e carismático Gollum (mais uma vez brilhantemente interpretado por Andy Serki) e enfrenta as já conhecidas e agora ainda mais horrendas raças “do contra”.
Apesar de bem-vindo, o bom humor predominante chega a perigosamente eclipsar a racionalidade combativa, em certos momentos. Alguns fãs com certeza se perguntaram: com base em que critérios Thorin escolheu anões tão atrapalhados para suas missões? por que alguns deles estão armados com estilingues!? por que em diversos momentos Gandalf apenas sorri quando normalmente usaria poderes especiais para escapar de perigos? por que, não apenas uma única vez, nossos heróis se deixam encurralar?
Deixando de lado as incongruências de um roteiro mal calculado e marcado por claros interesses comerciais, deve-se reconhecer que o trabalho visual do filme é um espetáculo à parte. Os fãs podem conferir uma excepcional direção de arte e fotografia, que nos remete à reconfortante Valfenda e ao pitoresco Condado, o zelo com o cenário, o competente uso da técnica do green screen, a riqueza extrema de detalhes e os efeitos especiais de altíssima qualidade, elementos que justificam as várias promessas de indicação ao Oscar.
Se formos comparar...
Até agora falamos do filme como peça cinematográfica isolada. Apesar de ser uma estória diferente da trilogia O Senhor dos Anéis, O Hobbit se utiliza das mesmas personagens e foi adaptado pelo mesmo diretor. Talvez por isso venham sendo tão frequentes as comparações entre as duas produções, que carregam mais diferenças que semelhanças entre si.
Se na trilogia os acontecimentos eram sempre sérios e catastróficos, n’O Hobbit temos uma estória leve, divertida e cômica. O ritmo de alternância entre as cenas também revela outra grande diferença: se antes os intervalos eram frequentes, como que para administrar a tensão inerente à trama, nesta produção o que se vê são cenas mais contínuas e mais detalhadas.
Psicologicamente mais longo e cronologicamente meia hora mais curto que os filmes da trilogia, O Hobbit representa a audácia de um diretor que, após ter transformado três grandiosos livros em três longa metragens de extremo sucesso, agora dilui uma única obra em três filmes. Acompanhar O Hobbit com os olhos do passado implica na satisfação de reencontrar o universo mítico de Tolkien, mas se desapontar com a falta daquilo que um dia transbordava: os geniais insights de criatividade, o poder de inovação das personagens diante dos desafios e a autenticidade de cada gesto e palavra.
Apesar das possíveis incoerências e críticas que se possa apontar, o que temos à vista é um filme agradável (um pouco sonolento, é verdade), excelente como adaptação e seguramente impecável do ponto de vista técnico.
Ao combinar as oportunidades de revisitar os lugares e personagens extraordinários de Tolkien e de testemunhar em primeira mão o novo patamar gráfico proporcionado pela tecnologia 3D HFR, O Hobbit com certeza vale muito mais que o preço do ingresso.
Manual Prático de Sobrevivência na Internet[MPSI] - Parte 1 - Quem é você
By : Felipe Malafaia
Olá!
Você é novo por aqui?
Não acho que tenha visto você antes!
Senta-se aqui jovem, você tem uma feição ingênua e pessoas com essas feições não se dão muito bem por essas bandas... Onde você está? Como assim? Você pegou o trem e decidiu descer nesta estação sem ao menos saber onde você está?
...
Inacreditável... Esses jovens de hoje... Você chegou à internet... Um continente obscuro com poucas pessoas confiáveis meu jovem, uma péssima escolha de destino para um viajante desavisado.
Tudo bem!
Esse seu olhar me convenceu!
Eu vou ser seu guia por aqui... Mas antes me responda quem é você?
...
Como assim não sabe? Você não sabe de nada não é? É a primeira coisa que você deve saber aqui!
Você é um Troll? É um Vendedor? Um herói? Um vilão?
Ah meu jovem... Temos muito que conversar, permita-me te ajudar a descobrir
QUEM É VOCÊ?
Existem bilhões de pessoas espalhadas por este continente... Eles estão nas luminosas e alegres capitais até os mais escuros becos... E é claro que eles se juntam! Por que não? Mesmas visões, mesmos objetivos, interesses em comum... E andar com esses grupos é o que lhe define...
...
Quais são eles? Ora você realmente é novato por aqui hein? Vamos lá. Existem tantos que não podemos enumerar todos mais os principais são os:
Professores
Em sua grande maioria são boas pessoas, ajudam sempre os outros com informações, tutoriais, vídeo-aulas... Conhecidos por serem um pouco mais irreverentes que os professores "normais". Só não tente contrariá-los, muito provavelmente eles vão ficar com ódio de você e você não quer ser trollado no próximo vídeo dele.Trolls
Falando em ser trollado não podemos esquecer da raça mais asquerosa e que está se multiplicando e formando clãs por toda a internet. Ps "trolls" são seres repugnantes que servem somente para causar a discórdia, criando piadas infames e desmerecendo o trabalho de qualquer pessoa! E por incrível que pareça ainda se acham engraçados.Revolucionários
Não interessa a causa, todos os revolucionários se juntam quando podem, tentando causar impacto organizando manifesto em até mesmo outros continentes (vida real é um dos continentes que eles as vezes visitam) e publicando seus ideais em redes de informação, certa vez as palavras deles foram ouvidas por quase todos do continente e um grande levante começou, mas se tornou algo maior que o pequeno grupo dos velhos revolucionários podia lidar, o resto da história imagino que você já saiba.Comerciantes
Qualquer coisa que você quiser. Qualquer item que estiver na sua imaginação ( e inclusive os que não estão) devem estar sendo vendido por um comerciante em alguma zona de mercado livre no continente. Interessante que eles quase nunca tem o produto com eles e sempre demoram para entregar... até hoje eu estou esperando o meu moletom que faz café em 4 velocidades...Jogadores
Provavelmente um dos maiores grupos do continente. E um dos que mais briga entre si. Por ter todo tipo de pessoas e cada uma com um gosto diferente eles se formam em menores grupos defendendo cada um o gênero ou jogo que joga! Mas se você ataca-los como um grupo( tente chamar eles de bebezões, é sempre engraçado jovem!) eles se unem e começam a gritar xingamentos... Não são tão perigosos assim na verdade hahahaha.Bandidos
Escória do continente... Sempre tentando colocar os outros para tras! Por que? Fama dentro de seu próprio grupo, riqueza, poder, diversão. Cada um desses inescrupulosos tem uma motivação, que para um velho como eu não faz a menor diferença! Se encontrar com um faça de tudo para fugir dele e quando conseguir verifique os seus bolsos.Artistas
É o grupo mais adorado da internet, e provavelmente o menos reconhecido, isso por que a produção deles é pirateada,copiada, kibada em todos os 4 cantos do continente! Mesmo sendo um grupo reclusos provavelmente é o mais amigável de todos.
Vagabundos... digo, viajantes ou espectadores
São aqueles que não decidem tomar partido e somente vagam pelo continente procurando algo para se divertir ou um lugar calmo para ficar e ver o mundo rodando. Eu me incluo nesse grupo meu jovem então não há nada demais em ser somente um espectador do mundo! hahaha
E então? Você acha que agora sabe de qual grupo você faz parte? Não? Tudo bem! Não existem só esses grupos, acredite em mim criança existem milhões de outros grupos, e então, qual você faz parte?
Os 10 Piores Lugares Para se Conhecer no Mundo
By : Fábio LopesO site The List Universe elaborou uma lista com dez piores lugares para os quais não deveríamos nos dar ao trabalho de viajar. Algumas são construções magníficas e naturalmente perigosas, enquanto outras, graças à ação do homem, tornaram-se arriscadas.
Conheça agora os lugares que você deseja mandar a sua sogra, aquela ex-namorada que te trocou por um gringo e aquele árbitro que prejudicou o seu time do coração:
10. Grande Mancha de Lixo do Pacífico
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| The Great Pacific Garbage Patch, Pacifico |
Localizado entre a Califórnia e o Hawaii, no oceano Pacífico, “The Great Pacific Garbage Patch” é o maior amontoado de lixo flutuante, constituído principalmente de plástico, conhecido no mundo. Alguns estimam que a mancha de lixo tem o tamanho do Estado do Texas. Outros, que ela tem uma área duas vezes maior do que a dos Estados Unidos.
9. lhas Izu (Japão)
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| Se for para lá, não esqueça sua máscara de gás |
As Ilhas Izu, composta por mais de 20 ilhas, estão cheias de atividade vulcânica e frequentemente liberam gases que podem ser fatais. Já houve evacuação em 1953 (foto acima) e em 2000 por causa dos gases perigosos.
8. A Porta do Inferno (Turcomenistão)
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| Lindo de se ver. Apenas de ser ver... |
Em 1971, geólogos descobriram acidentalmente o que era uma caverna
subterrânea cheia de gás. Mas o solo acima do buraco enorme acabou se
rompendo. Para evitar a disseminação de gases perigosos, os cientistas
decidiram queimar o gás. O problema é que a cratera continua queimando
desde então. Os habitantes locais apelidaram o buraco de chamas
merecidamente de porta do inferno.
7. Jardim Venenoso de Alnwick (Reino Unido)
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| Tem de tudo, até 'dorgas' |
Um lugar com plantas venenosas e com autorização para cultivar canabis e coca. Esse é o "The Poison Garden", localizado na Inglaterra e inspirado pelos jardins de plantas medicinais e venenosas de Pádua, na Itália, perto do ano de 1500.
6. Mina de amianto, Quebec (Canadá)
Apesar de o amianto ser proibido pela União Européia por ser um material que pode causar câncer e outros problemas de saúde, ainda existe uma mina aberta, operando em Thetford Mines, no Canadá
5. Ilha de Ramree (Mianmar)
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| Lembra do Pitfall do Atari? Pois é... |
Localizada no Mianmar, no sudeste asiático, a Ilha de Ramree, é lar dos perigosos crocodilos de água salgada, mosquitos que transmitem malária e escorpiões venenosos. Em 1945, mil soldados japoneses tentavam fugir pelo pântano que separa a ilha de Ramree da costa de Mianmar. Sobraram apenas 20. O resto foi devorado pelo crocodilos.
4. Camino de los Yungas (Bolívia)
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| Minha dúvida é o porquê de ninguém ter feito obras para deixar mais seguro |
Localizado na Bolívia, o caminho de 61 quilômetros de extensão liga a
capital La Paz a Coroico. Construída em 1930, a estrada foi feita por
prisioneiros paraguaios durante a Guerra do Chaco. Estima-se que mais de
200 pessoas morram nela por ano. A “Camino de los Yungas” é uma estrada de mão dupla.
Estima-se que 300 dos 700 vulcões de lama do mundo estejam no Azerbaijão. Em 2001, uma erupção deste tipo de vulcão foi tão intensa que gerou uma nova ilha no mar Cáspio. Normalmente, estes vulcões não são considerados perigosos, mas gases e rochas fundidas podem ser expelidas a uma altura de 700 metros.
A zona de exclusão é uma área de 30 km ao redor da cidade ucraniana de
Chernobyl, interditada após um desastre com o reator nuclear em 1986.
Ainda contaminada, a região virou uma zona fantasma no leste europeu.
E mais uma vez estamos no topo do pódio! Mas fiquem tranquilos, não é por causa do governo e nem da falta de educação, saúde e saneamento básico. Localizada no
litoral sul de São Paulo, a Ilha da Queimada Grande não é habitada por humanos por causa
da jararaca-ilhoa, espécia endêmica na
região. Existem cerca de 5 dessas cobras por metro quadrado na ilha. Nela, existe apenas um farol
mantido pela Marinha e pesquisadores são autorizados a estudar o local.
A ilha nutre grande interesse para pesquisadores e ambientalistas, que desejam transformar a ilha em um Parque Nacional Marinho, aumentando ainda mais a proteção da região.
3. Vulcões de lama do leste do Azerbaijão

Gases, nunca é bom estar por perto
Estima-se que 300 dos 700 vulcões de lama do mundo estejam no Azerbaijão. Em 2001, uma erupção deste tipo de vulcão foi tão intensa que gerou uma nova ilha no mar Cáspio. Normalmente, estes vulcões não são considerados perigosos, mas gases e rochas fundidas podem ser expelidas a uma altura de 700 metros. 
2. Zona de exclusão em Chernobyl (Ex-URSS, atual Ucrânia)
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| Lembra aquela história de um desastre nuclear nos anos 80? Pois é... |
1. Ilha da Queimada Grande (Brasil)
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| Ilha das cobras |
A ilha nutre grande interesse para pesquisadores e ambientalistas, que desejam transformar a ilha em um Parque Nacional Marinho, aumentando ainda mais a proteção da região.
Promoção de Férias na Steam
By : Unknown
Tradicionalmente a Steam ( loja online de jogos ) faz sua promoção de verão. Este ano a promoção começou no dia 11/07 e terminam no dia 22 de julho. Essa é uma ótima oportunidade para você que estava paquerando aquele jogo tão esperado a tanto tempo e nunca teve dinheiro para compra-lo, já que alguns jogos chegam a ter 75% de desconto como é o caso do game ScribbleNauts Unlimited que sai por R$8,74 enquanto seu preço original é de R$34,99.
![]() |
| Confira a promoção |
Alguns jogos tem descontos de 50% ,como é o caso de Bioshock Infinite que sai por R$47,49.
Então a dica é ficar de olho no site e ir acompanhando já que as promoções mudam ,elas ficam no ar algumas horas e enquanto esses jogos tem desconto outros já são postos na votação para saber qual será o jogo que entrará na promoção.
É sempre bom lembrar que antes de adquirir o jogo você olhe os requisitos mínimos para rodar, você não quer gastar dinheiro e depois descobrir que para jogar terá que desembolsar uma grana preta para melhorar o seu computador.Enfim gaste seu dinheiro em bons jogos e que sejam compatíveis com o seu computador.
Então a dica é ficar de olho no site e ir acompanhando já que as promoções mudam ,elas ficam no ar algumas horas e enquanto esses jogos tem desconto outros já são postos na votação para saber qual será o jogo que entrará na promoção.
É sempre bom lembrar que antes de adquirir o jogo você olhe os requisitos mínimos para rodar, você não quer gastar dinheiro e depois descobrir que para jogar terá que desembolsar uma grana preta para melhorar o seu computador.Enfim gaste seu dinheiro em bons jogos e que sejam compatíveis com o seu computador.
5 razões para sentir saudades de Age of Empires 2
By : Unknown
Se você é fã de games de
estratégia, com certeza jogou ou ainda joga “Age of Empires 2: Age of kings”,
título praticamente obrigatório para os verdadeiros fãs do gênero.
Mas como AoE 2 já é um game
antigo e muitas pessoas talvez não joguem mais, a Cafundó traz a você cinco
fortes motivos pelos quais você deve sentir saudades e voltar a jogar esse
fenômeno gamer:
1- É o game mais jogado e
cultuado da franquia.
Lançado em 1999, foi o game que
mais vendeu e é um dos mais jogados até os dias de hoje, o que se deve à sua
alta qualidade e durabilidade como produto de entretenimento - apesar de
antigo, ainda conquista novos fãs todos os dias.
2- Simplicidade acima de tudo
Quem joga ou jogou AoE já sabe: nada
de gráficos esplendorosos e efeitos elaborados, até porque na época de seu
lançamento não existiam tantas tecnologias gráficas. Apesar disso o jogo
consegue ser bem bonito e detalhado sem exigir demais de sua máquina.
3- Multijogador clássico e
nostálgico
Qual jogador de AoE que nunca
reuniu amigos para uma partida online? É quase que uma tradição jogar Age com
os amigos, tendo momentos de gargalhadas quando alguém fazia uma besteira muito
grande, ou diante de uma jogada muito improvável. Memoráveis também eram os
instantes de tensão, quando tudo parecia estar perdido e os reforços dos amigos
finalmente chegavam para salvar a pátria. Seja com os amigos ou contra eles, a
jogatina online de AoE sempre foi e será muito divertida.
4- Jogabilidade intuitiva e
amigável
Como é um game para PC (apesar de
ter tido uma versão para o PS2), AoE ficou marcado por uma jogabilidade
completa e descomplicada: com poucos cliques do mouse e algumas junções de
teclas você fazia de tudo. Os gamers de primeira viagem podiam sempre contar
com uma campanha tutorial que explicava desde os comandos mais simples até os
mais “complicados”.
5- Querendo ou não, jogar AoE é sempre
uma forma de aprendizado.
No menu do game, havia uma opção
que levava o jogador à uma tela que mostrava a história de todas as
civilizações jogáveis. Britânicos, Celtas, Japoneses, Godos, Vikings e muitas
outras, todas sempre bem catalogadas com informações de localização,
funcionamento dos sistemas políticos, dinâmicas de economia, força bélica e por
aí vai. Era uma forma divertida de aprender história e conhecer mais sobre as
várias civilizações que já povoaram o planeta.
E você...sente saudades do bom e
velho AoE 2? Conte-nos dos seus tempos de AoE e diga se você ainda joga ou se
apenas sente saudades. E continue aqui na Cafundó, onde as informações vêm dos
confins da internet direto para você!
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Age of Empires,
Cafundó,
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gráficos,
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Diário de um iniciante em League of Legends
By : Igor Vasc
Caro diário,
Confesso que ontem fui tomado por uma mistura meio tensa de sentimentos...
O relógio batia 22:30 quando eu já estava a postos para
minha inauguração como jogador oficial de LOL: partida encontrada, campeão já
escolhido, build devidamente estudada,
copo de água preparado na mão esquerda, namorada já devidamente notificada da
minha ausência no whatsapp por “30
minutos ou mais”. Chegou a hora, GO GO!
Fui de Teemo, sob recomendação do meu irmão. Porque, segundo
ele, é o que todo bom iniciante faria. Na prática, o que vi foi uma gazela
saltitante dizendo toda hora “1,2,3,4”...parecia tudo nesse mundo, menos um campeão que me
levaria à vitória. Devo dizer, caro diário, que tudo correu bem até os 32
minutos de partida: lutei minhas lutas, comprei meus itens, tomei minhas
porradas, etc, etc. Até os 32 minutos, claro.
Porque aos 32 minutos (do segundo tempo, só que não), minha
equipe dominando as três lanes,
várias torres deles quebradas, o inibidor adversário já derrubado, foi aí que aconteceu
o verdadeiro milagre que meus inimigos bots
tanto esperavam. Sim, se você já jogou em laptops não-preparados para games
pesados, já sabe exatamente do que estou
falando...
...na hora menos recomendada, o pior pesadelo de todo gamer pilhado
me acometeu: a música de fundo até continuava - dando um ar tragicômico ao
incidente -, o mouse até se movimentava freneticamente, minha mãe até
continuava cobrando as louças, mas meu campeão level 13 do nada ficou...LÁ,
PARADÃO. Parado, travado, véi...e a partida em seguida também travou, parou tudo.
Não sei se foi minha Internet (GVTensa) ou meu laptop mesmo... =/
Do nada tudo se acabou. Meu sonho noobs de estrear em LOL já com vitória teve seu fim. Tudo bem que meu
campeão tava lá com 1 barrinha de vida e nada mais, tudo bem que o raio da
torre inimiga já tava no meio do caminho pra me acertar...tudo bem que meu champion já ia morrer pela 10ª vez (um RECORDE
absoluto de vendas!!! Kkkkk), mas a gente ia já ganhar a partida, poxa vida.
Aff, lol, fucking geezas. Ainda não foi ontem que tive o
sabor da vitória, mas esse dia vai chegar!!! Aí fui dormir de cabeça quente, caro diário.
Atlético-MG representa o Brasil na final da Libertadores! Que venha o Olimpia
By : Fábio LopesOs deuses do futebol interferiram novamente. Um jogo angustiante para torcidade do galo mineiro. Tudo parecia estar fadado para a classificação do Newell's Old Boys, quando de repente cai a energia e vimos uma classificação sensacional.
Pela primeira vez em sua história, o Atlético-MG está na final da Copa Santander Libertadores da América. Depois de uma primeira partida que foi completamente engolido pela equipe do Newell's Old Boys, a equipe do técnico Cuca, junto de sua torcida, precisava mostrar que sua equipe ainda acreditava na classificação.
Mal o jogo começou e Ronaldinho, com um toque de mágica, encontra Bernard que aos 2 minutos, abre o placar no Estádio Independência, 1 a 0. Parecia que a classificação viria mais rápido do que todos esperavam.
Parecia, pois o árbitro da partida, Roberto Silvera, resolveu aparecer no jogo, deixando de dar dois penaltis para o time da casa, deixando equipe e torcida irritados. Melhor para o Newell's, que conseguia diminuir o ritmo da partida e a cada disputa de bola, minutos rolando no chão.
Quase no final do primeiro tempo, Jô foi derrubado por López e o juiz não marcou o pênalti. Jogadores do Atlético Mineiro ficaram irritados. Bernard tomou o cartão amarelo e fica fora da primeira partida da final.
Na volta do segundo tempo, outro pênalti. Diego Tardelli foi agarrado por Mateo em bola levantada.
Com o nervosismo, o Atlético começou a
dar chutões no campo de defesa para o ataque, afim de tentar apressar o
domínio de bola na frente. Em vão, pois facilitava ainda mais a disputa
de bola.
Diego
Tardelli, visivelmente jogando no esforço, ainda conseguia algumas
arrancadas, enquanto Ronaldinho apenas aparecia nas cobranças de bola
parada. Os laterais, principalmente Richarlyson, não apareciam para apoiar.
Os deuses do futebol resolvem ajudar o Galo
Parecia que o jogo ficaria apenas no 1 a 0. Quando aos 32 minutos, cai uma parte das luzes do estádio. Torcida sentiu que era o momento de incentivar, e aos gritos de "Eu acredito!", Cuca saca Bernard e coloca o ex-cruzeirense Guilherme no jogo, Alecsandro entra no lugar de Tardelli e Luan no jogar de Pierre.
Na volta, o Atlético-MG volta a ser aquele time rápido e de pressão, quando em uma bola mal chutada pelo zagueiro Matteo, encontrou Guilherme, que resolveu chutar de fora da área. Gol! O estádio quase veio abaixo. O Galo conseguia fazer o mínimo.
Fim da partida e mais um drama, penalidades máxima. Cuca, ajoelhado, rezava para todos os santos que conhecia.
Começam as penalidades, Alecsandro e Guilherme guardaram. No Newell's, Scocco e Vergini também fizeram a sua parte. Depois de erros de Jô, Casco, Richarlyson e Cruzado, Ronaldinho faz o seu e joga a responsabilidade nas costas do experiente Maxi Rodrigues que faz o goleirão Victor se consagrar mais uma vez e levar o Atlético-MG para sua primeira final internacional.
Como venho dizendo, se a final for apenas no futebol, Atlético vence o Olímpia. Se tiver palhaçada como nos jogos de Palmeiras e Corinthians, dá Olímpia. Vai Galo!
As várias faces do Superman
By : JSonMacCom o novo filme estreando no Brasil nesta sexta-feria, relembramos neste artigo a evolução da imagem do primeiro e mais popular super-herói da história.
Entretenimento
Logo que saiu o anúncio dizendo que o novo filme do Superman traria algumas mudanças, muitos fãs mais fervorosos não pouparam nas reclamações. Vários foram os motivos, desde a estatura do ator escolhido às mudanças no uniforme, sendo a extinção do famoso cuecão vermelho por cima da calça uma das mais polêmicas. Aproveitando a onda da estréia de O Homem de Aço em todo o Brasil na próxima sexta, dia 12/07, vamos relembrar que a evolução na imagem do Superman não é algo novo, e que não só os quadrinhos influenciaram as adaptações para cinema e tv como também o contrário aconteceu.
É um pássaro? É um avião? Não, é o Super-Tiozão!
A revista
Action Comics #1 foi publicada em junho de 1938 e estampava em sua capa um
personagem que faria história: o Superman! Este momento é considerado o marco
do início da era dos super-heróis nos quadrinhos, ou seja, personagens com poderes
fantásticos e sobre-humanos que lutam contra o mal para salvar os cidadãos e,
algumas vezes, o planeta.
O Superman
nessa época era bem diferente do que conhecemos, não apenas por seus poderes, que
ainda não eram tão "super", mas também pela maneira que era
retratado: um senhor no alto de seus quarenta e poucos anos, de estatura
mediana e porte nem tão atlético assim.
A primeira
série de TV do personagem foi estrelada por George Reeves, que possuía uma
semelhança muito grande com o azulão dos quadrinhos na época. Adventures of
Superman foi ao ar entre 1952 e 1958, alçando a popularidade de Reeves às
alturas.
Também
houveram séries de animação que adaptavam o personagem, mas sempre seguindo o
mesmo estilo da época... até que um filme, ou melhor, um ator mudou tudo isso.
Supe-Homem: O filme
Superman: The
Movie (no Brasil Super-Homem: o filme) chegou aos cinemas do mundo em 1978. Dirigido
por Richard Donner, o longa é até hoje considerado uma das melhores adaptações
de quadrinhos ao cinema e ainda é cultuado como a melhor personificação do
personagem por muitos fãs. Muito disso se deve ao carisma e atuação de
Christopher Reeve, que ainda voltou ao papel em mais três sequências, as quais
não tiveram tanto sucesso como o original.
Reeve foi a
escolha final de um casting que contava com vários nomes famosos na época, como
Robert Redford, Clint Eastwood, Burt Reynolds, Nick Nolte e até mesmo Dustin
Hoffmann!
Claro que você
deve estar pensando que alguns desses atores citados não tem nada a ver com o
Superman que conhecemos, mas se pensar bem na imagem do tiozão de quarenta e
poucos anos que se tinha em mente na época vai entender por que eles foram
cogitados. O sucesso de Reeve no papel foi tanto que algo muito interessante
aconteceu: os desenhistas dos quadrinhos começaram a se inspirar na imagem do
ator para caracterizar o personagem nas páginas de sua revista mensal. A partir
de então Superman passou a ser mais novo, mais alto (Chris Reeve tinha 1,93m de
altura) e de porte bem mais atlético. Confira a comparação abaixo.
Tentando resgatar o sucesso
Com o passar
dos anos, a DC Comics fez várias tentativas de novas adaptações do azulão. Após
as sequencias pouco inspiradas do filme de 1978, o jeito foi voltar para a tv,
com séries de animação tanto solo como em grupo, mas que apenas seguiram o
padrão de desenho baseado na figura de Reeve, além de pouquíssimas alterações
no uniforme e símbolo no peito do herói.
Após algumas
tentativas vergonhosas uma nova série de tv em live-action começou a ser
produzida: Lois & Clark: The New Adventures of Superman. A proposta era dar
mais destaque a relação entre Clark e Lois do que na ação propriamente
dita, e isso ficava bastante evidente nos (d)efeitos especiais da série,
resultado do orçamento enxuto. Superman/Clark Kent era vivido por Dean Cain,
ex-jogador de futebol americano que não tinha muito talento para artes
dramáticas.
O programa permaneceu no ar de setembro de 1993 a junho de 1997 e,
mesmo com tantos problemas e falta de fidelidade aos quadrinhos, conseguiu deixar
sua marca e influência através da personagem de Lois Lane. Teri Hatcher, que foi
mais recentemente vista na telessérie Desperate Housewives, deu novos ares a
repórter mais sagaz do Planeta Diário. Alguns desenhistas chegaram a copiar seu corte de
cabelo e estilo de roupas nas histórias do Super editadas durante meados dos
anos noventa.
A volta por
cima do último filho de kripton na tv só viria em 2001, com a super produção da
Warner Channel, Smallville (que no Brasil recebeu o infame subtítulo As
Aventuras do Superboy). Levando o nome da cidadezinha no Kansas onde Clark
passa sua infância e juventude, a série tenta mostrar os primeiros anos do
herói ainda em formação, a descoberta de seus poderes e seu relacionamento com os
pais adotivos Jonathan e Martha Kent, além do encontro com vários outros
personagens clássicos da DC Comics. Tom Welling viveu esta versão mais nova do Super
e desde o início sua semelhança com o biotipo eternizado por Christopher Reeve
é notável.
Smallville teve dez temporadas e podemos dizer que cambaleou um pouco em seus últimos
anos, principalmente por atrasar a transformação definitiva de Clark em
Superman até a última hora, causando a frustração de muitos fãs. O fato de que
no último episódio Welling nem sequer veste a roupa clássica chega a ser algo
deprimente.
No balanço
final, Smallville ainda possui mais pontos positivos que negativos e serviu de
base para a introdução de vários outros personagens da editora, funcionando como um laboratório experimental para a DC. Particularmente, ainda sou mais a
série do que a cine-homenagem que veremos a seguir.
Super-homenagem! Só que não...
A Warner
nunca desistiu completamente de fazer um novo filme do azulão. Muitas produções
iniciaram, equipes foram contratadas, casts foram montados, mas de última hora
o projeto era abortado devido às mais diversas razões. Até um filme tendo Tim
Burton na direção e estrelado por Nicolas Cage (hein?!) que teria estreado em
1998 foi iniciado. Reza a lenda que a Warner já havia gasto mais de US$ 50
milhões na pré-produção e acabou cancelando os trabalhos, impulsionada
principalmente pelo fiasco cinematográfico chamado Batman and Robin.
Depois de
mais algumas tentativas frustradas de novos projetos, finalmente estreou em
2006 (no auge da popularidade de Smallville) o longa Superman Returns, com
direção de Bryan Singer (X-men I e II) e estrelado pelo desconhecido Brandon
Routh. Desta vez não tinha como errar (pelo menos foi o que a Warner pensou): o
filme tinha como objetivo ser uma continuação dos filmes clássicos de Richard
Donner. O próprio Routh foi escalado principalmente por sua semelhança com Chris
Reeve. O tema clássico de John Williams foi remasterizado e soaria novamente,
agora para uma nova geração de fãs.
Tudo seria
perfeito... a não ser pelo que deu errado. Routh se mostrou um dos mais
apáticos protagonistas a vestir a clássica capa vermelha, demonstrando uma
falta completa de carisma e personalidade. Além disso, a Lois Lane de Kate
Bosworth tem uma expressão aflita de constipação constante, o que talvez seja a
ideia que a atriz, na época com 23 anos, tinha de como uma repórter profissional
já com seus 30 e poucos devesse parecer e agir. Alie a isso uma direção sem
personalidade e ação monótona, resultando em um filme com muito potencial mas
que não faz jus ao personagem. Nem a atuação competente de Kevin Spacey como
Lex Luthor salva o longa de ser classificado como mediano.
Uma vez que o
revival ao clássico de 78 não saiu como o esperado talvez fosse a hora de
aplicar a fórmula que deu muito certo com outro personagem da DC, um cara meio
maluco que se veste de morcego e sai pelas ruas a noite combatendo o crime...
Uma nova fase, um novo Superman
Em setembro
de 2011 a DC Comics resolveu reformular (novamente) todo o seu universo,
zerando as edições de seus títulos e reiniciando tudo a partir do #1. Vários
personagens tiveram suas origens e personalidades alteradas, e com o azulão não
foi diferente.
Superman
sempre foi conhecido pela sua honra e altruísmo, por colocar o bem estar dos
outros acima de seu próprio e manter um senso moral inabalável. Nessa nova
fase, conhecida como Os Novos 52 (referência aos 52 novos títulos mensais da
editora) Clark ainda está formando seu caráter e se mostra muitas vezes
impulsivo, até mesmo imaturo. No aspecto visual, seu uniforme foi alterado,
excluindo a icônica cueca vermelha. Suas feições são de um jovem de 20 e poucos
anos, mas ainda com muitos traços de Christopher Reeve.
Aproveitando
esta reformulação a Warner inicia um novo projeto de um filme do Super, agora
usando a mesma fórmula aplicada em sua outra franquia de sucesso, a trilogia O Cavaleiro das Trevas. Nas mãos de Christopher Nolan, Batman teve sua moral
reerguida após fracassos de bilheteria. Em Batman Begins a ideia era recomeçar
do zero, descartando tudo o que havia sido feito até então. Ao convidar Nolan
para produzir o novo longa e entregar a direção a Zack Snyder (responsável pelas ótimas
adaptações de 300 e Watchmen) o objetivo era exatamente o mesmo: um recomeço
completamente novo. O resultado foi Man of Steel (no Brasil, O Homem de Aço)!
Partindo da
ideia de um reboot, nada mais natural que utilizar referências do momento atual
do herói nos quadrinhos, já na fase pós-Novos 52. Nota-se que o uniforme é
praticamente o mesmo, com pouquíssimas diferenças. Além disso, Henry Cavill
possui as características clássicas perpetuadas por Reeve: caucasiano, olhos
azuis e queixo quadrado. Soma-se a isso a preocupação de Snyder de manter o
porte físico de Cavill a altura do que se vê nos quadrinhos, o que deve ter
custado ao ator algumas (várias) horas de academia.
O longa ainda
altera alguns detalhes da origem clássica do herói, o que só reforça toda a
questão de renovação que a Warner pretende dar a franquia (e da confiança que
ela deposita na dupla Nolan-Snyder). Para aqueles que achavam que Superman
Returns não teve ação o suficiente, preparem-se: em Man of Steel o pau come
solto! A ação é frenética e digna de um filme baseado em quadrinhos. Do elenco
de apoio os destaques são Russel Crowe (Jor-El), Michael Shannon (General Zod)
e Amy Adams (Lois Lane).
O novo
Superman é moderno na medida que precisa ser e acaba inovando sem
descaracterizar o personagem. Cavill faz jus ao manto vermelho e atua com
grande competência.
Para todos os
fãs do Superman fica a dica para o próximo final de semana conferir a mais nova
versão do herói, que finalmente estréia no Brasil, um mês depois dos EUA.









































