Posted by : Fábio Lopes julho 12, 2013

O site The List Universe elaborou uma lista com dez piores lugares para os quais não deveríamos nos dar ao trabalho de viajar. Algumas são construções magníficas e naturalmente perigosas, enquanto outras, graças à ação do homem, tornaram-se arriscadas.


Conheça agora os lugares que você deseja mandar a sua sogra, aquela ex-namorada que te trocou por um gringo e aquele árbitro que prejudicou o seu time do coração:

 

10. Grande Mancha de Lixo do Pacífico

The Great Pacific Garbage Patch, Pacifico
Localizado entre a Califórnia e o Hawaii, no oceano Pacífico, “The Great Pacific Garbage Patch” é o maior amontoado de lixo flutuante, constituído principalmente de plástico, conhecido no mundo. Alguns estimam que a mancha de lixo tem o tamanho do Estado do Texas. Outros, que ela tem uma área duas vezes maior do que a dos Estados Unidos.

9. lhas Izu (Japão)

Se for para lá, não esqueça sua máscara de gás
As Ilhas Izu, composta por mais de 20 ilhas, estão cheias de atividade vulcânica e frequentemente liberam gases que podem ser fatais. Já houve evacuação em 1953 (foto acima) e em 2000 por causa dos gases perigosos.
 

8. A Porta do Inferno (Turcomenistão)

Lindo de se ver. Apenas de ser ver...
Em 1971, geólogos descobriram acidentalmente o que era uma caverna subterrânea cheia de gás. Mas o solo acima do buraco enorme acabou se rompendo. Para evitar a disseminação de gases perigosos, os cientistas decidiram queimar o gás. O problema é que a cratera continua queimando desde então. Os habitantes locais apelidaram o buraco de chamas merecidamente de porta do inferno.

7. Jardim Venenoso de Alnwick (Reino Unido)


Tem de tudo, até 'dorgas'
Um lugar com plantas venenosas e com autorização para cultivar canabis e coca. Esse é o "The Poison Garden", localizado na Inglaterra e inspirado pelos jardins de plantas medicinais e venenosas de Pádua, na Itália, perto do ano de 1500.

6. Mina de amianto, Quebec (Canadá)


Apesar de o amianto ser proibido pela União Européia por ser um material que pode causar câncer e outros problemas de saúde, ainda existe uma mina aberta, operando em Thetford Mines, no Canadá

5. Ilha de Ramree (Mianmar)

Lembra do Pitfall do Atari? Pois é...

Localizada no Mianmar, no sudeste asiático, a Ilha de Ramree, é lar dos perigosos crocodilos de água salgada, mosquitos que transmitem malária e escorpiões venenosos. Em 1945, mil soldados japoneses tentavam fugir pelo pântano que separa a ilha de Ramree da costa de Mianmar. Sobraram apenas 20.  O resto foi devorado pelo crocodilos.

4. Camino de los Yungas (Bolívia)

Minha dúvida é o porquê de ninguém ter feito obras para deixar mais seguro

Localizado na Bolívia, o caminho de 61 quilômetros de extensão liga a capital La Paz a Coroico. Construída em 1930, a estrada foi feita por prisioneiros paraguaios durante a Guerra do Chaco. Estima-se que mais de 200 pessoas morram nela por ano. A “Camino de los Yungas” é uma estrada de mão dupla.

3. Vulcões de lama do leste do Azerbaijão

 
Gases, nunca é bom estar por perto

Estima-se que 300 dos 700 vulcões de lama do mundo estejam no Azerbaijão. Em 2001, uma erupção deste tipo de vulcão foi tão intensa que gerou uma nova ilha no mar Cáspio. Normalmente, estes vulcões não são considerados perigosos, mas gases e rochas fundidas podem ser expelidas a uma altura de 700 metros. 


2. Zona de exclusão em Chernobyl (Ex-URSS, atual Ucrânia)

Lembra aquela história de um desastre nuclear nos anos 80? Pois é...
A zona de exclusão é uma área de 30 km ao redor da cidade ucraniana de Chernobyl, interditada após um desastre com o reator nuclear em 1986. Ainda contaminada, a região virou uma zona fantasma no leste europeu.


1. Ilha da Queimada Grande (Brasil)

Ilha das cobras
E mais uma vez estamos no topo do pódio! Mas fiquem tranquilos, não é por causa do governo e nem da falta de educação, saúde e saneamento básico. Localizada no litoral sul de São Paulo, a Ilha da Queimada Grande não é habitada por humanos por causa da jararaca-ilhoa, espécia endêmica na região. Existem cerca de 5 dessas cobras por metro quadrado na ilha. Nela, existe apenas um farol mantido pela Marinha e pesquisadores são autorizados a estudar o local.

A ilha nutre grande interesse para pesquisadores e ambientalistas, que desejam transformar a ilha em um Parque Nacional Marinho, aumentando ainda mais a proteção da região.

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