O site The List Universe
elaborou uma lista com dez piores lugares para os quais não
deveríamos nos dar ao trabalho de viajar. Algumas são construções
magníficas e naturalmente perigosas, enquanto outras, graças
à ação do homem, tornaram-se arriscadas.
Conheça agora os lugares que você deseja mandar a sua sogra, aquela ex-namorada que te trocou por um gringo e aquele árbitro que prejudicou o seu time do coração:
10. Grande Mancha de Lixo do Pacífico
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| The Great Pacific Garbage Patch, Pacifico |
Localizado entre a Califórnia e o Hawaii, no oceano Pacífico, “The Great Pacific Garbage Patch” é o maior amontoado de lixo flutuante, constituído principalmente de plástico, conhecido no mundo. Alguns estimam que a mancha de lixo tem o tamanho do Estado do Texas. Outros, que ela tem uma área duas vezes maior do que a dos Estados Unidos.
9. lhas Izu (Japão)
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| Se for para lá, não esqueça sua máscara de gás |
As Ilhas Izu, composta por mais de 20 ilhas, estão cheias de atividade vulcânica e frequentemente liberam gases que podem ser fatais. Já houve evacuação em 1953 (foto acima) e em 2000 por causa dos gases perigosos.
8. A Porta do Inferno (Turcomenistão)
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| Lindo de se ver. Apenas de ser ver... |
Em 1971, geólogos descobriram acidentalmente o que era uma caverna
subterrânea cheia de gás. Mas o solo acima do buraco enorme acabou se
rompendo. Para evitar a disseminação de gases perigosos, os cientistas
decidiram queimar o gás. O problema é que a cratera continua queimando
desde então. Os habitantes locais apelidaram o buraco de chamas
merecidamente de porta do inferno.
7. Jardim Venenoso de Alnwick (Reino Unido)
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| Tem de tudo, até 'dorgas' |
Um lugar com plantas venenosas e com autorização para cultivar canabis e coca. Esse é o "The Poison Garden", localizado na Inglaterra e inspirado pelos jardins de plantas medicinais e venenosas de Pádua, na Itália, perto do ano de 1500.
6. Mina de amianto, Quebec (Canadá)
Apesar de o amianto ser proibido pela União Européia por ser um material que pode causar câncer e outros problemas de saúde, ainda existe uma mina aberta, operando em Thetford Mines, no Canadá
5. Ilha de Ramree (Mianmar)
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| Lembra do Pitfall do Atari? Pois é... |
Localizada no Mianmar, no sudeste asiático, a Ilha de Ramree, é lar dos
perigosos crocodilos de água salgada, mosquitos que transmitem malária e
escorpiões venenosos. Em 1945, mil soldados japoneses tentavam fugir pelo pântano que separa a ilha de Ramree da costa de
Mianmar. Sobraram apenas 20. O resto foi devorado pelo crocodilos.
4. Camino de los Yungas (Bolívia)
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| Minha dúvida é o porquê de ninguém ter feito obras para deixar mais seguro |
Localizado na Bolívia, o caminho de 61 quilômetros de extensão liga a
capital La Paz a Coroico. Construída em 1930, a estrada foi feita por
prisioneiros paraguaios durante a Guerra do Chaco. Estima-se que mais de
200 pessoas morram nela por ano. A “Camino de los Yungas” é uma estrada de mão dupla.
3. Vulcões de lama do leste do Azerbaijão
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| Gases, nunca é bom estar por perto |
Estima-se que 300 dos 700 vulcões de lama do mundo estejam no Azerbaijão. Em 2001, uma erupção deste tipo de vulcão foi tão intensa que gerou uma nova ilha no mar Cáspio. Normalmente, estes vulcões não são considerados perigosos, mas gases e rochas fundidas podem ser expelidas a uma altura de 700 metros.
2. Zona de exclusão em Chernobyl (Ex-URSS, atual Ucrânia)
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| Lembra aquela história de um desastre nuclear nos anos 80? Pois é... |
A zona de exclusão é uma área de 30 km ao redor da cidade ucraniana de
Chernobyl, interditada após um desastre com o reator nuclear em 1986.
Ainda contaminada, a região virou uma zona fantasma no leste europeu.
1. Ilha da Queimada Grande (Brasil)
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| Ilha das cobras |
E mais uma vez estamos no topo do pódio! Mas fiquem tranquilos, não é por causa do governo e nem da falta de educação, saúde e saneamento básico. Localizada no
litoral sul de São Paulo, a Ilha da Queimada Grande não é habitada por humanos por causa
da jararaca-ilhoa, espécia endêmica na
região. Existem cerca de 5 dessas cobras por metro quadrado na ilha. Nela, existe apenas um farol
mantido pela Marinha e pesquisadores são autorizados a estudar o local.
A ilha nutre grande interesse para pesquisadores e ambientalistas, que desejam transformar a ilha em um Parque Nacional Marinho, aumentando ainda mais a proteção da região.